Tribunal Federal de DC nega pedido da Anthropic contra classificação 'risco' do Pentágono
Decisão contrasta com a da juíza Rita Lin na Califórnia, que em 26 de março chamou ordens paralelas de Hegseth de 'orwellianas' e 'arbitrárias'.
Pontos principais
- Painel de três juízes do Circuito de D.C. rejeita suspensão da designação
- Classificação de 'risco para a cadeia de suprimentos' imposta por Pete Hegseth
- Bloqueio impede Anthropic de obter contratos do Pentágono
- Anthropic diz que designação pode custar bilhões em receita e reputação
- Juíza Rita Lin havia chamado ordens paralelas de 'orwellianas'
- Primeira vez que uma empresa americana é rotulada como risco da cadeia de suprimentos
Um painel de três juízes do Tribunal Federal de Apelações do Circuito de D.C. negou o pedido da Anthropic para suspender a classificação de 'risco para a cadeia de suprimentos' imposta pelo secretário de Defesa Pete Hegseth, enquanto o processo corre. A designação bloqueia a Anthropic de contratos do Pentágono e pode gerar um bloqueio governamental amplo — executivos da empresa afirmam que o impacto pode custar bilhões em receita e reputação. Hegseth aplicou a rotulagem depois que a Anthropic se recusou a permitir que o uso do Claude abrangesse vigilância americana ou armas autônomas.
A decisão contrasta com a da juíza federal californiana Rita Lin, que em 26 de março bloqueou uma ordem paralela de Hegseth, chamando as ações do governo de 'orwellianas', 'arbitrárias e caprichosas' e 'retaliação clássica ilegal contra a Primeira Emenda'. É a primeira vez que uma empresa americana é publicamente classificada como risco de cadeia de suprimentos sob normas de contratação antes reservadas a empresas ligadas a adversários estrangeiros.
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