Ataque caiu a 100 metros do maior hospital público de Beirute; mais de 1.500 mortos e 1,2 milhão deslocados desde 2 de março.
Israel lançou novos ataques aéreos por todo o Líbano no domingo 6 de abril, atingindo o sul e os arredores de Beirute e matando ao menos 15 pessoas em um dia. No bairro de Jnah, um bombardeio a cerca de 100 metros do Hospital Universitário Rafik Hariri, maior unidade pública do país, matou 5 pessoas e feriu 52. Em Ain Saadeh, bairro cristão a leste de Beirute, bombas GBU-39 fabricadas nos EUA mataram Pierre Moawad, membro do partido anti-Hezbollah Forças Libanesas, sua esposa e um visitante.
Desde 2 de março, os ataques israelenses no Líbano mataram mais de 1.500 pessoas, incluindo 130 crianças, e forçaram o deslocamento de 1,2 milhão. O chefe militar israelense, tenente-general Eyal Zamir, visitou tropas no sul do Líbano e prometeu intensificar os ataques contra o Hezbollah. Analistas alertam que Israel busca aprofundar divisões entre comunidades libanesas ao expandir bombardeios para além de áreas xiitas.
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