Ciclone extratropical atinge o Sul com ventos de 100 km/h
Um ciclone extratropical e uma frente fria trarão tempo severo com ventos de até 100 km/h e chuvas intensas para as regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste do Brasil entre 6 e 8 de abril de 2026.
Pontos principais
- Um ciclone extratropical e uma frente fria causarão tempo severo no Sul do Brasil entre 6 e 8 de abril de 2026.
- Ventos de até 100 km/h são esperados, acompanhados de temporais, raios e granizo.
- O Inmet prevê acumulados de chuva superiores a 100 mm em 24 horas no oeste do Rio Grande do Sul.
- As instabilidades se estenderão para Santa Catarina e Paraná, com volumes de chuva acima de 50 mm.
- No Sudeste, a frente fria trará chuvas persistentes com acumulados acima de 50 mm entre 8 e 10 de abril, podendo superar 100 mm pontualmente.
- No Centro-Oeste, as chuvas se concentrarão no norte de Mato Grosso e noroeste de Goiás, com volumes acima de 60 mm.
- As regiões Norte e Nordeste também terão chuvas significativas, com acumulados podendo superar 150 mm em pontos isolados.
Um ciclone extratropical e uma frente fria devem provocar condições climáticas severas em diversas regiões do Brasil a partir de 6 de abril de 2026. A região Sul será a primeira a ser impactada, com ventos que podem atingir até 100 km/h, além de temporais, raios e granizo. O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) alerta para acumulados de chuva que podem ultrapassar 100 mm em 24 horas no oeste do Rio Grande do Sul, estendendo-se para Santa Catarina e Paraná com volumes acima de 50 mm.
As instabilidades climáticas se deslocarão para o Sudeste e Centro-Oeste nos dias seguintes. Entre 8 e 10 de abril, a frente fria trará chuvas persistentes para o Sudeste, com acumulados acima de 50 mm e picos de mais de 100 mm em áreas do Rio de Janeiro e Minas Gerais. No Centro-Oeste, as chuvas se concentrarão no norte de Mato Grosso e noroeste de Goiás, com volumes superiores a 60 mm. As regiões Norte e Nordeste também registrarão chuvas significativas, com acumulados que podem superar 150 mm em pontos isolados do Amazonas e Pará, e entre 80 mm e 150 mm no centro-norte do Nordeste.
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