Um sensor de baixo custo para monitorar a poluição do ar na Amazônia, desenvolvido pelo Ipam e UFPA, será lançado no Acampamento Terra Livre para expandir a medição da qualidade do ar em comunidades tradicionais e áreas rurais.
Um novo sensor de baixo custo, desenvolvido pelo Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia (Ipam) e pela Universidade Federal do Pará (UFPA), será lançado no Acampamento Terra Livre, em Brasília. O equipamento tem como objetivo expandir o monitoramento da qualidade do ar para comunidades tradicionais e áreas rurais da Amazônia, em conformidade com a Política Nacional de Qualidade do Ar (Lei 14.850/2024).
Atualmente, apenas 12 das 570 estações de monitoramento de qualidade do ar no Brasil estão localizadas em Terras Indígenas. O primeiro lote de 60 sensores será distribuído pela rede Conexão Povos da Floresta, que inclui Ipam, Coiab, Conaq e CNS, para criar a RedeAr. Esta rede monitorará poluição, umidade e temperatura em comunidades da Amazônia Legal, integrando os dados com informações sobre doenças respiratórias. O sensor nacional é adaptado para a região, superando problemas de equipamentos importados com insetos e poeira, e armazena dados offline. A expectativa é que a RedeAr alcance 200 sensores instalados até o final do ano, promovendo educação ambiental e auxiliando no combate a queimadas.
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