Os EUA prenderam e iniciaram a deportação de duas sobrinhas do general iraniano Qasem Soleimani, além de revogar vistos de outros iranianos, alegando apoio ao regime.
O governo dos Estados Unidos anunciou a prisão e o início do processo de deportação de duas sobrinhas do general iraniano Qasem Soleimani, morto em 2020. As mulheres, identificadas como Hamideh Soleimani Afshar e sua filha, tinham visto de residência permanente legal nos EUA, mas seus vistos foram revogados. Elas estão atualmente sob custódia do Immigration and Customs Enforcement (ICE) aguardando a deportação. O marido de Afshar também foi proibido de entrar no país.
O secretário de Estado, Marco Rubio, declarou que Afshar é uma defensora do regime iraniano e teria celebrado ataques contra americanos, promovendo propaganda anti-americana enquanto vivia nos EUA. Rubio enfatizou que o governo Trump não permitirá que os EUA sirvam de refúgio para estrangeiros que apoiam regimes terroristas anti-americanos. Além disso, o Departamento de Estado encerrou o status legal de Fatemeh Ardeshir-Larijani, filha do ex-secretário do Conselho Supremo de Segurança Nacional do Irã, e de seu marido. Qasem Soleimani, tio das detidas, foi uma figura proeminente no Irã e foi morto em um ataque aéreo americano no Iraque em janeiro de 2020, sob ordens do então presidente Donald Trump.
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