A automutilação entre adolescentes é um problema de saúde mental em ascensão no Brasil, com dados alarmantes no Rio de Janeiro e globalmente. Nesse cenário, a escola emerge como um ambiente vital para a detecção precoce e o acolhimento de jovens em risco. Educadores, ao observarem mudanças de comportamento, podem identificar sinais, embora muitos relatem despreparo e falta de orientação formal para lidar com a situação, buscando o vínculo afetivo como estratégia de cuidado.
Para enfrentar esse desafio, é fundamental o investimento estatal em recursos humanos e formação continuada para os profissionais da educação. Além disso, a efetivação de políticas públicas que promovam uma rede de cuidado intersetorial, articulando escola, família e Estado, é essencial. Essa colaboração visa superar a culpabilização mútua e a atuação segmentada das instituições, garantindo um suporte mais eficaz aos adolescentes.
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