O Brasil continua a ser um destino preferencial para capital estrangeiro, impulsionado por valuations atrativos, enquanto a XP ajusta carteiras e eleva a recomendação do Nubank para compra.
O Brasil tem se destacado como um destino atraente para o capital estrangeiro, com mais de R$ 50 bilhões em fluxos para ações à vista no ano, impulsionado por valuations atrativos e um baixo risco geopolítico. Nesse cenário, a XP manteve o valor justo do Ibovespa em 196 mil pontos, citando a exposição do EWZ ao setor de energia e o ciclo eleitoral como fatores que sustentam o otimismo.
Em suas análises, a XP ajustou suas carteiras, cortando 2,5 pontos percentuais em fundos multimercado e realocando recursos para renda fixa pós-fixada e fundos listados/renda variável global. Além disso, a corretora elevou a recomendação das units do Nubank (ROXO34) para compra, destacando o crescimento estrutural da empresa, a maior visibilidade de resultados e múltiplos atrativos. Outro movimento relevante no mercado foi a entrada do Mercado Livre (MELI34) no setor farmacêutico brasileiro, expandindo seu ecossistema e intensificando a concorrência. Enquanto isso, os Fundos de Investimento Imobiliário (FIIs) têm ganhado força como um instrumento defensivo, oferecendo resiliência e rendimentos mensais isentos de IR em um contexto de turbulência global.
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