A empresária paraguaia Dalia López, suspeita de envolvimento na falsificação de documentos de Ronaldinho Gaúcho e seu irmão em 2020, foi presa em Assunção após seis anos foragida. López era procurada por uso de documentos públicos falsos e é investigada por liderar uma organização criminosa que teria movimentado mais de US$ 400 milhões entre 2015 e 2020, em atividades de lavagem de dinheiro e sonegação de impostos. No momento da prisão, a polícia encontrou cerca de US$ 220 mil e 330 milhões de guaranis em dinheiro, além de eletrônicos.
Ronaldinho Gaúcho e Roberto de Assis Moreira foram presos preventivamente por aproximadamente cinco meses no Paraguai em 2020, após entrarem no país com passaportes paraguaios adulterados. A investigação apontou que Dalia López teria convidado Ronaldinho ao Paraguai para ser o "rosto" de uma fundação de assistência a crianças, que seria uma empresa de fachada. O caso de Ronaldinho e Assis foi encerrado após o pagamento de multas e um acordo com a Justiça paraguaia, permitindo o retorno ao Brasil.
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