O Supremo Tribunal Federal (STF) encerrou definitivamente o Caso Evandro, mantendo a anulação das condenações de quatro acusados pelo assassinato de um menino em 1992, após constatar que as confissões foram obtidas sob tortura.
O Supremo Tribunal Federal (STF) deu fim ao Caso Evandro, um dos mais longos e controversos do Paraná, ao rejeitar um recurso do Ministério Público do estado. A decisão mantém a anulação das condenações de Osvaldo Marcineiro, Davi dos Santos Soares, Beatriz Abagge e Vicente de Paula Ferreira, que eram acusados pelo assassinato de um menino em Guaratuba, em 1992. A anulação se baseou na constatação de que as confissões dos réus foram obtidas sob tortura, conforme evidenciado por gravações divulgadas em 2020.
Com o trânsito em julgado, a decisão do STF é definitiva e não pode mais ser contestada judicialmente. O ministro Gilmar Mendes ressaltou que a base das condenações era inválida devido às confissões ilícitas. Apesar da longa tramitação e da grande repercussão, a autoria do assassinato de Evandro nunca foi comprovada.
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