A Assembleia Legislativa de São Paulo aprovou a segunda parte do pacote de segurança do governo Tarcísio de Freitas, incluindo reajuste de 10% para policiais.
A Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp) aprovou a segunda parte do pacote de segurança do governo Tarcísio de Freitas. Os projetos, votados em regime de urgência, incluem a reestruturação da carreira da Polícia Militar e um reajuste salarial linear de 10% para as corporações policiais, com exceção dos agentes penais. O reajuste, que representa um custo adicional de cerca de R$ 130 milhões por mês, busca amenizar a insatisfação da Polícia Militar, que havia contestado o governo após um veto a aposentadorias.
A tramitação acelerada dos projetos foi justificada pela necessidade de cumprir as regras eleitorais, que impedem a concessão de reajustes salariais acima da inflação para o funcionalismo público após 7 de abril. A medida gerou debates entre os parlamentares, com críticas tanto da base aliada quanto da oposição em relação ao percentual do reajuste e à exclusão da Polícia Penal. Organizações da sociedade civil e deputados de oposição também manifestaram preocupação com a falta de debate e a inclusão do critério de "idoneidade moral" para promoções.
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