No fechamento de março de 2026, a XP disponibilizou CDBs com taxas prefixadas de até 14,98% ao ano e LCAs com até 11,90%, em um cenário de queda nos juros futuros e cautela global.
No fechamento de março de 2026, a XP apresentou uma gama de opções em renda fixa, com CDBs prefixados alcançando até 14,98% ao ano, títulos de inflação até IPCA+9,50% e pós-fixados até 108% do CDI. As LCAs, por sua vez, tiveram taxas prefixadas de até 11,90%, inflacionárias até IPCA+5,85% e pós-fixadas até 88% do CDI, enquanto as LCIs pós-fixadas pagaram até 100% do CDI em 12 meses.
Este cenário de taxas foi observado em um contexto de queda nos juros futuros, influenciada pela performance dos Treasuries e pela cautela global decorrente da guerra no Oriente Médio. O DI para janeiro de 2028 recuou 8 pontos-base, e o DI para janeiro de 2035 caiu 3 pontos-base. O presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, enfatizou a necessidade de prudência na política monetária devido a choques de oferta, indicando que, apesar do alívio nos juros futuros, o cenário desafiador com a alta do petróleo e a incerteza global limita a possibilidade de cortes agressivos na taxa Selic.
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