A Itália recusou o uso de sua base aérea em Sigonella, Sicília, por aviões militares dos EUA em operações no Oriente Médio, citando falta de autorização prévia e consulta.
A Itália negou a utilização de sua base aérea em Sigonella, na Sicília, por aviões militares dos Estados Unidos para operações no Oriente Médio. A recusa, segundo fontes, deveu-se à falta de uma solicitação prévia e consulta à cúpula militar italiana, conforme estabelecido em tratados bilaterais. Este incidente ocorre em um contexto onde outros países europeus, como França e Espanha, também impuseram restrições ao apoio a operações militares americanas na região, com a França fechando seu espaço aéreo para transporte de armas para Israel e a Espanha proibindo o uso de seu espaço aéreo e bases para aviões americanos envolvidos na guerra contra o Irã.
O governo italiano assegurou que sua postura está alinhada com acordos internacionais e que as relações com os EUA permanecem sólidas. Internamente, a decisão gerou debates, com partidos de centro-esquerda pressionando a primeira-ministra Giorgia Meloni a barrar futuros pedidos de uso de bases. Meloni, embora próxima do presidente Donald Trump, afirmou que buscará aprovação parlamentar para tais solicitações.
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