Uma exposição no Museu Afro Brasil Emanoel Araujo, em São Paulo, desmistifica a figura de Exu e pombagiras, destacando sua importância nas religiões de matriz africana.
O Museu Afro Brasil Emanoel Araujo, em São Paulo, inaugurou a exposição "Padê – sentinela à porta da memória", que explora a complexa presença de Exu e pombagiras na cultura e religiões afro-brasileiras. A mostra, com curadoria de Rosa Couto, busca desmistificar preconceitos ao apresentar Exu como um orixá comunicador e protetor de encruzilhadas, essencial nas religiões de matriz africana, e as pombagiras como ancestrais que orientam e protegem, combatendo a violência contra mulheres.
Dividida em três seções – África, Travessia e Diáspora –, a exposição aborda rituais, movimento e manifestações dessas divindades, com contribuições de artistas como Emanoel Araujo, Sidney Amaral e Pierre Verger. A iniciativa reflete um contexto de crescimento de umbandistas e candomblecistas no Brasil, conforme o Censo Demográfico de 2022. A exposição estará aberta ao público de 21 de março a 26 de julho de 2026.
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