O Morgan Stanley projeta um avanço significativo na inteligência artificial no primeiro semestre de 2026, impulsionado por capacidade computacional, mas alerta para a falta de preparo global e impactos como escassez de energia e perda de empregos.

O Morgan Stanley alertou que um salto transformador na inteligência artificial é iminente no primeiro semestre de 2026, impulsionado por um acúmulo sem precedentes de capacidade computacional em laboratórios dos EUA. A instituição financeira destaca que o mundo não está preparado para os impactos desse avanço, que incluem uma potencial crise de energia e a perda de empregos. Modelos de IA como o GPT-5.4 da OpenAI já demonstram capacidade de superar especialistas humanos em tarefas economicamente relevantes.
Para atender à crescente demanda energética da IA, que pode gerar um déficit de 9 a 18 gigawatts nos EUA até 2028, empresas estão convertendo operações de mineração de Bitcoin e utilizando turbinas a gás. O Morgan Stanley prevê que a IA transformadora atuará como uma força deflacionária, resultando em reduções de força de trabalho e no surgimento de empresas menores e mais eficientes. Além disso, ciclos de autoaperfeiçoamento recursivo da IA podem surgir já no primeiro semestre de 2027.
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