Partido de Mette Frederiksen ficou com 21,9% dos votos; nenhum bloco obteve maioria para formar governo.
Os Social-Democratas da primeira-ministra Mette Frederiksen venceram a eleição geral dinamarquesa com 21,9% dos votos, mas sofreram seu pior resultado desde 1903, caindo de 27,6% em 2022. Os Liberais (Venstre), principal rival de direita, também tiveram seu pior desempenho em mais de um século com 10,1%, ficando atrás da Esquerda Verde SF (11,5%).
Nenhum bloco — esquerda nem direita — conseguiu os 90 assentos necessários para maioria parlamentar, abrindo negociações de coalizão onde o ex-primeiro-ministro centrista Lars Løkke Rasmussen pode ser o 'kingmaker.' A campanha focou em questões domésticas, não na crise da Groenlândia com Trump.
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