A reforma judicial proposta pela primeira-ministra italiana Giorgia Meloni foi rejeitada em um referendo, conforme indicam os resultados preliminares. Com mais de 54% dos votos contrários, a derrota representa um revés significativo para o governo de coalizão liderado por Meloni desde outubro de 2022. As pesquisas de boca de urna já apontavam para a preferência pelo 'Não' à reforma.
A proposta visava separar as carreiras de juízes e promotores, além de modificar o funcionamento do Conselho Superior da Magistratura (CSM), dividindo-o em dois conselhos e criando um novo tribunal disciplinar. O governo argumentava que as mudanças eram cruciais para garantir a imparcialidade do sistema judicial, enquanto a oposição criticava a iniciativa, classificando-a como uma manobra política.
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