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Visões paralelas? “Gringos” compram, locais vendem ações na B3; BBI vê oportunidade

Investidores estrangeiros compram ações na B3, vendo a América Latina como refúgio e o Brasil como beneficiário do choque do petróleo, enquanto investidores locais vendem devido a preocupações com inflação e juros, segundo análise do Bradesco BBI.

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23/03 às 14:39

Pontos principais

  • Há uma divergência entre investidores estrangeiros e locais na B3, com os primeiros comprando e os segundos vendendo ações.
  • Estrangeiros veem a América Latina, especialmente Brasil e Chile, como refúgio relativo em meio à volatilidade global e oportunidades em ações sensíveis a juros e commodities.
  • Investidores locais vendem devido a preocupações com inflação, ciclo de cortes de juros mais curto e juros mais altos no exterior.
  • O Bradesco BBI aponta que o Brasil é um beneficiário líquido do choque do petróleo e possui um ciclo de juros mais favorável que EUA e Europa.
  • O Chile é destacado como o mercado com a melhor relação risco-retorno na América Latina, com valuation e câmbio atrativos.
  • O banco mantém recomendação overweight para Brasil e Chile, citando fluxo estrangeiro resiliente, sensibilidade positiva ao petróleo e melhora da percepção política.
  • Apesar das preocupações locais, o Brasil continua sendo um consenso entre investidores estrangeiros que buscam exposição na região, focando em setores defensivos como o financeiro.

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