No Reino Unido, o movimento 'prepper' ganha força, com indivíduos comuns estocando suprimentos e desenvolvendo habilidades para enfrentar potenciais colapsos sociais e desastres, desmistificando estereótipos de extremismo.
No Reino Unido, o movimento conhecido como 'preppers' tem crescido, com indivíduos comuns se preparando para uma variedade de emergências e potenciais colapsos sociais. Diferente da imagem estereotipada de extremistas, esses preppers focam em ameaças realistas, como ataques cibernéticos, interrupções na rede elétrica e desastres naturais. A preparação envolve estocar suprimentos essenciais como alimentos e água, além de desenvolver habilidades de sobrevivência para garantir a segurança em casa ou durante deslocamentos.
A pandemia de covid-19 foi um catalisador para o aumento do interesse no prepping, levando muitas pessoas a reconsiderar sua vulnerabilidade diante de imprevistos. Figuras como Leigh Price, dono de uma loja especializada, e Donna Lloyd, que começou a se preparar após um apagão, destacam que o objetivo é ter um senso de segurança e confiança, baseando-se no bom senso e na preparação para o básico, em vez de uma obsessão por cenários apocalípticos.
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