O Palácio do Planalto e o Centrão articulam estratégias para minimizar os impactos políticos e eleitorais de uma potencial delação premiada do banqueiro Daniel Vorcaro, que pode implicar figuras de ambos os lados.
O governo e o Centrão estão em alerta diante da iminente delação premiada do banqueiro Daniel Vorcaro, do Banco Master, que pode gerar danos políticos e eleitorais significativos. A preocupação se estende a figuras de ambos os espectros políticos, com o Palácio do Planalto e congressistas buscando formas de conter os impactos. No Centrão, parlamentares já reúnem documentos para justificar suas relações com Vorcaro, negando conflitos de interesse.
As investigações apontam para possíveis conexões de Vorcaro com integrantes do PT da Bahia, incluindo Rui Costa e Jaques Wagner, além de ex-ministros como Guido Mantega e Ricardo Lewandowski. No campo do Centrão, a proximidade de Ciro Nogueira (PP) e Antonio Rueda (União Brasil) com o banqueiro também está sob escrutínio. O governo, por sua vez, tenta minimizar as ligações com o PT, argumentando que o caso Master envolve predominantemente políticos de direita e que o material da Polícia Federal é suficiente para a apuração.
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