Um mês após enchentes e deslizamentos em Juiz de Fora, moradores enfrentam a destruição de suas casas e a falta de recursos, vivendo em condições precárias.
Um mês após as enchentes e deslizamentos que devastaram Juiz de Fora, Minas Gerais, moradores como Gilvan Leal Luzia e Kasciany Pozzi Bispo ainda enfrentam a destruição e a falta de apoio. Gilvan, de 55 anos, vive entre os escombros de sua casa na comunidade Três Moinhos, tendo escapado por pouco da tragédia que causou 73 mortes na região. Apesar de um infarto recente, ele trabalha informalmente para sobreviver, buscando uma solução de moradia.
Kasciany Pozzi Bispo, feirante, teve sua renda paralisada e sua casa interditada, clamando por máquinas para limpeza e dignidade para os afetados. A Prefeitura de Juiz de Fora informou que o auxílio calamidade será creditado e que 1.008 moradias foram destruídas, com famílias desabrigadas encaminhadas para hotéis. Além disso, cinco escolas municipais continuam sem aulas devido aos danos.
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