Denúncias de ex-colaboradores do TikTok e da Meta apontam que as empresas priorizaram o lucro e o engajamento, permitindo a proliferação de conteúdo nocivo e ignorando alertas internos de segurança.
Ex-funcionários do TikTok e da Meta revelaram que as empresas priorizaram o engajamento e o lucro em detrimento da segurança dos usuários, permitindo a proliferação de conteúdo nocivo e ignorando alertas internos. Segundo as denúncias, engenheiros da Meta foram instruídos a permitir conteúdo "limítrofe", como misoginia e teorias conspiratórias, para competir com o TikTok. No TikTok, funcionários teriam priorizado casos envolvendo políticos em detrimento de denúncias de conteúdo nocivo envolvendo crianças, visando evitar regulação.
Pesquisas internas da Meta indicaram que o Instagram Reels tinha maior prevalência de bullying, assédio e discurso de ódio, e documentos internos mostram que a empresa estava ciente de que seu algoritmo amplificava conteúdo que gerava indignação e danos. Equipes de segurança da Meta tiveram contratações negadas enquanto a empresa investia na expansão do Reels, e ex-funcionários aconselham pais a removerem o TikTok dos dispositivos de seus filhos devido aos riscos de segurança.
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