Eduardo Paes deixou a prefeitura do Rio de Janeiro para concorrer ao governo do estado, encerrando um mandato marcado por obras e desafios persistentes em saúde e ordenamento urbano.
Eduardo Paes renunciou ao cargo de prefeito do Rio de Janeiro após quatro mandatos para se candidatar ao governo do estado. Sua saída marca o fim de uma gestão que implementou grandes obras, como a demolição do Elevado da Perimetral e a criação do Boulevard Olímpico, além de iniciativas como o programa Reviver Centro. Contudo, a administração de Paes também deixa desafios significativos, especialmente nas áreas de saúde e ordenamento urbano. A fila de consultas e cirurgias no Sisreg e a desordem urbana persistem como problemas, apesar dos esforços para melhorar a cobertura do Saúde da Família e autorizar o porte de armas para a Guarda Municipal.
Durante os últimos cinco anos, a gestão de Paes enfrentou um cenário de caixa municipal limitado, contrastando com os recursos abundantes dos primeiros mandatos, impulsionados pelas Olimpíadas de 2016. Apesar das restrições, foram realizados esforços para recuperar o sistema de BRTs, concluir o Transbrasil e reorganizar o transporte público com o sistema Jaé. Projetos de mobilidade, como o VLT Botafogo-Leblon, ainda aguardam conclusão, e a gestão da saúde pública, embora tenha expandido a cobertura, continua a lidar com o tempo de espera no Sisreg.
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