A má saúde cerebral representa um custo anual de US$ 5 trilhões para a economia global, com projeções indicando um aumento para US$ 16 trilhões até 2030. Diante desse cenário, o Fórum Econômico Mundial em Davos destacou a necessidade de integrar a saúde cerebral nas políticas econômicas, especialmente em um contexto de avanço da inteligência artificial (IA).
O debate ressaltou que a era da IA demanda cérebros saudáveis, focados em pensamento de alto nível e criatividade, tornando o investimento em saúde cerebral um fator crítico para a competitividade de empresas e nações. Além disso, foi lançado o Índice Global de Capital Cerebral, visando traduzir a crise de saúde cerebral em política econômica e influenciar estratégias governamentais e corporativas.
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