Um relatório da gestora Kinea compara a revolução da inteligência artificial a grandes rupturas tecnológicas, identificando oportunidades de investimento e os principais elos da cadeia de valor da IA.
A gestora Kinea, em seu relatório "O exterminador do futuro 2", compara a revolução da inteligência artificial (IA) a grandes rupturas tecnológicas como a eletricidade e a internet, descrevendo o momento como um "dia do Juízo Final Corporativo". Segundo a análise, a complacência e modelos de negócios baseados em fricção e intermediação humana redundante não terão mais espaço. A Kinea sugere que os vencedores serão aqueles que fornecerem o necessário para o crescimento da IA, de forma similar ao que ocorreu com a entrada da China na OMC.
Os principais elos da cadeia de valor da IA identificados pela Kinea incluem energia (nuclear, gás, renováveis), semicondutores (com destaque para TSMC, Nvidia e Google) e líderes setoriais que utilizam a IA para ampliar sua liderança. Empresas como Microsoft, Google e Amazon são citadas como provedoras de computação em nuvem, essenciais para a existência de agentes de IA. A gestora prioriza empresas líderes de mercado com recursos e cultura empreendedora para investir em IA, prevendo retornos atraentes, e no setor de software, a preferência é por empresas que aceleram a adoção de IA no ambiente corporativo, como a Snowflake.
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