Parabacteroides goldsteinii inflama o intestino e amortece sinais ao hipocampo; quatro intervenções restauraram memória em camundongos.
Pesquisadores da Universidade da Pensilvânia e Stanford Medicine descobriram que a bactéria Parabacteroides goldsteinii, que se acumula naturalmente com a idade, produz ácidos graxos de cadeia média que ativam células brancas no intestino. A inflamação resultante amortece sinais elétricos que trafegam pelo nervo vago até o hipocampo, prejudicando a memória.
Quatro intervenções distintas restauraram ou protegeram a memória em camundongos: antibióticos para eliminar as bactérias problemáticas, capsaicina para estimular o nervo vago diretamente, hormônios intestinais para ativar vias nervosas, e remoção genética de receptores inflamatórios. Os resultados sugerem novas estratégias terapêuticas contra a perda de memória associada ao envelhecimento.
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