Um estudo revela que 12 das 50 cidades brasileiras que mais recebem royalties de petróleo possuem Índice de Condições de Vida (ICV) abaixo da média nacional, indicando que o volume de recursos não garante o desenvolvimento social.
Um estudo recente da Agenda Pública, intitulado "Pesquisa Petróleo & Condições de Vida", revelou que 12 das 50 cidades brasileiras que mais arrecadam royalties de petróleo possuem um Índice de Condições de Vida (ICV) abaixo da média nacional de 0,485. Os dados de 2024 indicam que o alto volume de recursos provenientes dos royalties não se traduz automaticamente em melhorias nas condições sociais e de vida da população.
Cidades como Campos dos Goytacazes (RJ), que figura entre as cinco maiores recebedoras de royalties, estão abaixo da média nacional em ICV. Em contraste, municípios como Linhares (ES), Araucária (PR) e Resende (RJ) se destacam em qualidade de vida, apesar de não estarem entre os maiores arrecadadores. A pesquisa enfatiza que o planejamento e a execução eficazes na aplicação desses recursos são cruciais para o desenvolvimento sustentável, mais do que a simples quantidade de dinheiro recebida.
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