Uma quinta jogadora da seleção feminina de futebol do Irã que havia recebido asilo na Austrália retornou ao seu país de origem, deixando apenas duas atletas da equipe no país.
Uma quinta jogadora da seleção feminina de futebol do Irã que havia recebido asilo na Austrália retornou ao seu país de origem, deixando apenas duas atletas da equipe no país. As jogadoras haviam recebido vistos humanitários na Austrália após serem chamadas de 'traidoras' pela televisão estatal iraniana por se recusarem a cantar o hino nacional. O Ministro Adjunto da Imigração australiano, Matt Thistlethwaite, descreveu a situação como 'muito complexa' e respeita as decisões pessoais das atletas.
Autoridades iranianas saudaram o retorno das atletas como uma vitória contra a Austrália e o presidente dos EUA, Donald Trump, que pressionou pela concessão dos vistos. Especialistas expressam preocupação com a segurança das atletas ao retornarem ao Irã, citando pressões do regime de Teerã. O primeiro-ministro australiano, Anthony Albanese, cortou relações diplomáticas com o Irã após ataques incendiários em 2024, adicionando uma camada de tensão às relações entre os dois países.
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