O senador Rodrigo Pacheco está explorando o PSB como um plano B para sua possível candidatura ao governo de Minas Gerais em 2026. A movimentação ocorre em meio a impasses nas negociações com o União Brasil, partido que enfrenta dificuldades devido à sua federação com o PP e à presença de Marcelo Aro, que pode migrar para o Podemos. Para manter suas opções abertas, Pacheco tem articulado a filiação de seu grupo político em diferentes legendas.
Sete ex-prefeitos mineiros aliados de Pacheco já se filiaram ao PSB, enquanto outros membros de seu grupo estão sendo distribuídos entre o União Brasil e o MDB. O MDB, no entanto, foi descartado como opção de filiação para o próprio Pacheco, pois já possui um pré-candidato ao governo, Gabriel Azevedo. A saída do PSD também ganhou força após o partido filiar o vice-governador Mateus Simões, aliado de Romeu Zema. O presidente Lula tem afirmado a aliados que Pacheco será seu candidato ao governo de Minas.
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