O governo chileno, sob a liderança do presidente José Antonio Kast, iniciou a construção de barreiras nas fronteiras com o Peru e a Bolívia. A ação, que visa conter a migração irregular, cumpre uma promessa de campanha de Kast e faz parte do plano "Escudo fronteiriço", que também inclui o envio de mais militares e o uso de tecnologia de monitoramento.
As obras têm um prazo de 90 dias para serem concluídas e abrangem as regiões de Arica, na fronteira com o Peru, e Antofagasta e Tarapacá, que fazem fronteira com a Bolívia. Apesar da iniciativa, dados oficiais do governo chileno indicam que as entradas irregulares no país têm apresentado uma queda contínua desde 2021.
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