O governo italiano de Giorgia Meloni avalia a retomada da energia nuclear, quase 40 anos após o fechamento do último reator, para reduzir custos e dependência energética.
O governo da primeira-ministra italiana Giorgia Meloni está estudando a retomada da energia nuclear, quase 40 anos após o fechamento do último reator do país. A medida visa combater os altos custos de energia e reduzir a dependência da Itália em relação ao gás importado. Autoridades italianas estão em contato com especialistas e visitando nações como Canadá e França para analisar tecnologias e modelos de indústria nuclear.
O ministro da Energia, Gilberto Pichetto Fratin, defende a retomada do programa nuclear o mais rápido possível, desde que seja seguro e economicamente viável. A tarefa é complexa devido à oposição histórica da população e aos desafios de custo, tempo de construção e gestão de resíduos. Um novo marco legal foi aprovado em 2025, e empresas italianas como Enel SpA, Ansaldo Energia SpA e Leonardo SpA criaram a Nuclitalia para pesquisa e desenvolvimento. A iniciativa italiana se alinha a uma revisão mais ampla da política nuclear na União Europeia.
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