O Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) reconheceu o Circo de Tradição Familiar como Patrimônio Cultural do Brasil, um marco para a manifestação cultural itinerante.
O Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) reconheceu o Circo de Tradição Familiar como Patrimônio Cultural do Brasil, incluindo-o no Livro de Registro das Formas de Expressão. A decisão, tomada em reunião no Palácio Gustavo Capanema, no Rio de Janeiro, representa o culminar de uma luta que se estendeu por mais de 30 anos. Esta manifestação cultural, descrita como itinerante e organizada em torno de núcleos familiares com transmissão oral de saberes, é agora oficialmente valorizada em nível nacional.
O processo de reconhecimento foi impulsionado pela família Zanchettini, fundadora do Circo de Tradição Familiar Zanchettini no Paraná em 1991. Wanda Cabral Zanchettin, que faleceu em 2017, protocolou o pedido oficial em 2005 e mobilizou diversas famílias circenses, pesquisadores e instituições públicas para alcançar este objetivo. Suas filhas, Edlamar e Erimeide Zanchettin, celebram o reconhecimento como um "Oscar para o circo brasileiro", esperando que ajude a mitigar desafios como a concorrência com shows de celebridades e os altos custos operacionais.
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