O transporte aéreo de carga no Brasil apresentou uma queda de 1,2% em 2025, atingindo 880.930 toneladas métricas, conforme dados da Associação Latino-Americana e do Caribe de Transporte Aéreo (ALTA). Este resultado contrasta com o desempenho da América Latina e Caribe, que registrou um crescimento de 3,2% no mesmo período, impulsionado por mercados como Peru, Panamá e Argentina.
As importações brasileiras recuaram 2,2%, enquanto as exportações tiveram uma leve queda de 0,1%. Apesar da retração, o Brasil manteve-se como o maior mercado regional. A maior parte do volume de carga aérea internacional do país concentrou-se nas rotas entre a América do Norte e a Europa, com a rota Brasil–Estados Unidos sendo o principal corredor. Os aeroportos de Guarulhos (GRU), Viracopos (VCP) e Galeão (GIG) foram os principais pontos de concentração das operações internacionais no Brasil.
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