As forças militares israelenses retiraram as acusações contra cinco soldados que eram investigados por abuso sexual de um detento palestino na prisão de Sde Teiman. A decisão gerou reações diversas, com o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu comemorando, enquanto grupos de direitos humanos acusaram os militares de acobertamento. O caso dividiu o país e a prisão de Sde Teiman, criada após 7 de outubro de 2023, ganhou notoriedade por alegações de abuso e tortura.
Procuradores militares justificaram a retirada das acusações afirmando que um vídeo vazado não mostrava abusos violentos o suficiente para condenação e que a vítima havia sido libertada, impossibilitando seu testemunho. Sari Bashi, do Comitê Público Contra a Tortura em Israel, criticou a decisão, afirmando que ela dá 'licença para que seus soldados estuprem'. A Procuradora-Geral Militar Yifat Tomer-Yerushalmi renunciou após admitir ter aprovado o vazamento do vídeo.
12 mai, 04:33
5 mai, 09:11
21 abr, 13:02
20 abr, 08:02
13 abr, 17:16
Carregando comentários...