Uma mulher filipina descreve condições de trabalho precárias e remuneração baixa como 'chatter' para modelos do OnlyFans, levantando preocupações sobre a regulamentação do trabalho digital.
Uma mulher nas Filipinas relatou sua experiência como 'chatter' para modelos do OnlyFans, descrevendo o trabalho como 'nojento' e 'desolador'. Ela ganha menos de R$ 10 por hora para simular conversas com fãs e vender conteúdo, trabalhando em turnos de oito horas, cinco dias por semana, com metas de vendas. Essa prática tem gerado ações judiciais contra o OnlyFans e agências, que são acusadas de enganar os usuários.
O BPO Industry Employee’ Network (BIEN), um sindicato filipino, manifestou preocupação com a natureza não regulamentada desse tipo de trabalho online. A presidente do BIEN, Mylene Cabalona, destacou a exposição a conteúdo prejudicial e a ausência de proteção trabalhista. O OnlyFans, que gerou US$ 7,2 bilhões em receita em 2024, não se pronunciou sobre as questões levantadas, afirmando que sua relação comercial se restringe aos criadores de conteúdo.
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