A Polícia Civil do Rio de Janeiro inicialmente se recusou a registrar uma denúncia de perseguição feita pela mãe de uma menina de 12 anos. A criança é irmã de uma vítima de estupro coletivo e estava sendo intimidada por um dos menores investigados no caso. A mãe foi informada na 12ª DP (Copacabana) que o comportamento do adolescente, que incluía entrar na sala de aula da menina, observá-la e rir, não caracterizava crime de ameaça, sendo orientada a procurar a Delegacia de Criança e Adolescente Vítima.
Posteriormente, o delegado titular da 12ª DP, Ângelo Lages, afirmou não ter sido notificado sobre o ocorrido pelo plantão da delegacia. Ao tomar conhecimento da situação, Lages orientou o advogado da família a retornar à delegacia para que o registro da denúncia fosse formalizado.
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