A ausência de aviões militares chineses nas proximidades de Taiwan em nove dos últimos dez dias surpreendeu analistas e levanta questionamentos sobre as intenções de Pequim. Historicamente, a China mantém uma pressão militar constante sobre a ilha, que considera parte de seu território. A drástica redução contrasta com os 86 aviões registrados no mesmo período do ano anterior, com apenas dois detectados desde 28 de fevereiro.
Especialistas como Drew Thompson e Ben Lewis expressam preocupação com a falta de uma explicação clara para a interrupção das operações da Força Aérea do Exército de Libertação Popular (EPL). As especulações sobre os motivos incluem as reuniões políticas anuais chinesas, possíveis expurgos militares, a iminente visita de Donald Trump a Pequim ou até mesmo o conflito no Oriente Médio. Apesar da diminuição da atividade aérea, a presença de navios militares chineses na região permanece inalterada em comparação com 2025.
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