Ministros das Finanças do G7 se reunirão para discutir a liberação coordenada de reservas estratégicas de petróleo, visando conter a disparada dos preços globais.
Os ministros das Finanças do G7 se reunirão por videoconferência para discutir uma possível liberação coordenada de reservas estratégicas de petróleo. A iniciativa, que contará com a participação de Fatih Birol, diretor executivo da Agência Internacional de Energia (IEA), busca conter a recente disparada dos preços do petróleo no mercado global, exacerbada pela guerra no Golfo envolvendo Irã, Estados Unidos e Israel. A proposta em análise prevê a liberação de 300 milhões a 400 milhões de barris, o que representaria entre 25% e 30% das reservas estratégicas mundiais.
A urgência da discussão é justificada pela forte valorização do petróleo, com os contratos futuros do Brent e do WTI atingindo US$ 116,71 e US$ 116,45 por barril, respectivamente. Três países do G7, incluindo os Estados Unidos, já sinalizaram apoio à medida. O sistema de estoques estratégicos, criado pela IEA em 1974 após o embargo do petróleo árabe, envolve 32 países membros que mantêm reservas públicas e industriais para estabilizar o mercado em momentos de crise.
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