A proliferação de drones de baixo custo, como o Shahed iraniano e o LUCAS americano, está transformando a guerra no Irã, priorizando inovação rápida e acessível.
A guerra no Irã está sendo moldada por uma nova era de drones de baixo custo, que permitem ataques de longo alcance e inovação militar rápida. Drones iranianos, como o Shahed, têm sido amplamente utilizados para atingir aeroportos, arranha-céus e embaixadas no Golfo Pérsico. Em resposta, os militares dos EUA desenvolveram o LUCAS (Low-cost Unmanned Combat System), uma cópia de baixo custo do Shahed, já empregado em combate contra infraestruturas iranianas.
Essa mudança representa uma redefinição na natureza dos conflitos, onde o custo de US$ 35.000 por drone LUCAS contrasta drasticamente com os milhões de dólares de mísseis e drones mais avançados. Embora lentos e ruidosos, esses dispositivos são difíceis de detectar por sistemas de defesa aérea modernos e provaram ser eficazes para causar caos e desestabilizar economias. A proliferação dessas armas acessíveis e a capacidade de produzi-las em massa são características definidoras do conflito, com lições sendo aplicadas da guerra na Ucrânia e um programa de "dominância de drones" de US$ 1,1 bilhão incluído no projeto de lei de política doméstica do presidente Donald Trump.
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