PDV dos Correios atrai 2 mil, mas fica aquém da meta de 10 mil desligamentos
A primeira fase do Plano de Desligamento Voluntário (PDV) dos Correios registrou adesão de cerca de 2 mil funcionários, número distante da meta anual de 10 mil desligamentos, enquanto a empresa busca reverter prejuízos e reestruturar suas finanças.
Pontos principais
- Cerca de 2 mil funcionários aderiram à primeira fase do PDV dos Correios, bem abaixo da meta de 10 mil desligamentos para este ano.
- A empresa almeja 15 mil demissões voluntárias até 2027, visando uma economia anual de R$ 2,1 bilhões.
- Para impulsionar o PDV, os Correios lançaram um novo plano de saúde para os aderentes e consideram o fechamento de unidades.
- O plano de reestruturação inclui leilão de imóveis, regularização de dívidas e é financiado por um empréstimo de R$ 12 bilhões, com um novo crédito de até R$ 8 bilhões em negociação.
- O Conselho Monetário Nacional (CMN) criou um sublimite específico para operações de crédito dos Correios, com garantia da União.
A primeira fase do Plano de Desligamento Voluntário (PDV) dos Correios atraiu aproximadamente 2 mil funcionários, um número que se mostra aquém da meta estabelecida de 10 mil desligamentos para este ano. A iniciativa faz parte de um esforço maior da empresa para reverter um cenário de prejuízos recordes e reestruturar suas finanças, com a expectativa de alcançar 15 mil demissões voluntárias até 2027, visando uma economia anual de R$ 2,1 bilhões.
Para tornar o PDV mais atrativo, os Correios implementaram um novo plano de saúde para os aderentes e avaliam o fechamento de unidades. O plano de recuperação financeira da estatal é abrangente, incluindo o leilão de imóveis e a regularização de dívidas, e é custeado por um empréstimo de R$ 12 bilhões, além de um novo crédito de até R$ 8 bilhões que está em negociação, com garantia da União, após a criação de um sublimite específico pelo CMN.
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