A Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN) interceptou um míssil balístico que sobrevoava o espaço aéreo turco, no leste do Mar Mediterrâneo. O incidente, confirmado pelo Ministério da Defesa turco, não resultou em vítimas, mas Ancara manifestou que se reserva o direito de resposta a ações hostis, alertando as partes envolvidas a evitarem medidas que possam agravar o conflito regional. O projétil havia percorrido o espaço aéreo sírio e iraquiano antes de ser destruído, e a Turquia atribuiu o disparo ao Irã.
Em resposta, o Irã negou veementemente ter lançado qualquer míssil em direção à Turquia, afirmando respeitar a soberania do país e que seus mísseis visam exclusivamente interesses dos EUA. Este evento sublinha a crescente tensão na região e levanta preocupações sobre a possível ativação dos Artigos 4 e 5 da OTAN. O professor Danny Zahreddine descreve a estratégia iraniana como 'brinkmanship', levando a situação à beira do abismo para mostrar que todos podem perder, incluindo EUA e Israel. Apesar do poderio militar superior de EUA e Israel, o Irã tem demonstrado capacidade de resistência, com produção massiva de drones e mísseis balísticos, o que pode prolongar o conflito e gerar questionamentos nos EUA. O Secretário de Defesa dos EUA, Pete Hegseth, declarou que, até o momento, não há indícios para acionar o Artigo 5 da OTAN.
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