É #FAKE que Brasil vendeu urânio ao Irã, confirmam órgãos oficiais
Mensagens falsas sobre a venda de urânio brasileiro ao Irã voltaram a circular nas redes sociais, mas foram desmentidas por órgãos oficiais e por empresas do setor nuclear.
Pontos principais
- Mensagens falsas sobre a venda de urânio do Brasil ao Irã ressurgiram nas redes sociais, especialmente no X.
- A desinformação ganhou força após o início de um novo conflito no Oriente Médio envolvendo Estados Unidos, Israel e Irã.
- O Ministério de Minas e Energia (MME) e a ABACC confirmaram a inexistência de registros de transferência de material nuclear para o Irã.
- A produção nacional de urânio é exclusivamente destinada às usinas Angra 1 e 2, e a INB nunca negociou com o Irã.
- O Brasil é signatário de acordos internacionais que proíbem o fornecimento de material nuclear para fins não pacíficos.
Alegações falsas de que o Brasil teria vendido urânio ao Irã voltaram a circular intensamente nas redes sociais, em particular no X, em meio ao recente conflito no Oriente Médio. Essas mensagens, que já haviam sido desmentidas anteriormente, ressurgem com o foco no programa nuclear iraniano, gerando desinformação sobre as atividades nucleares brasileiras.
Contrariando as fake news, o Ministério de Minas e Energia (MME) e a Agência Brasileiro-Argentina de Contabilidade e Controle de Materiais Nucleares (ABACC) confirmaram que não há registros de qualquer transferência de material nuclear do Brasil para o Irã. A Indústrias Nucleares do Brasil (INB), única empresa autorizada a extrair e processar urânio no país, nunca teve negócios com o Irã, e toda a produção nacional é destinada exclusivamente às usinas Angra 1 e 2. O Brasil, como signatário de tratados e acordos internacionais, mantém um compromisso rigoroso contra o fornecimento de material nuclear para fins não pacíficos.
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