Sucessão de Ratinho Júnior no Paraná gera crise no PSD e debandada iminente
A indicação de Guto Silva para a sucessão de Ratinho Júnior no governo do Paraná provoca insatisfação no PSD, com Alexandre Curi e Rafael Greca buscando alternativas partidárias.
Pontos principais
- Ratinho Júnior (PSD) planeja indicar Guto Silva (PSD) como seu sucessor, causando atritos internos.
- Alexandre Curi (presidente da Assembleia Legislativa) ameaça deixar o PSD e ir para o Republicanos se Ratinho não se decidir logo.
- Rafael Greca (ex-prefeito de Curitiba) recebeu convite do PP, mas expressa desejo de permanecer no PSD.
- O PP de Ricardo Barros nega apoio a Sergio Moro (União-PR) e discute federação nacional com o União Brasil.
- A esquerda se organiza em torno de Requião Filho (PDT), com Gleisi Hoffmann (PT) cotada para o Senado.
A escolha de Guto Silva por Ratinho Júnior para a sua sucessão no governo do Paraná tem gerado uma crise interna no PSD, com a iminência de uma debandada de figuras importantes. Alexandre Curi, presidente da Assembleia Legislativa, ameaça deixar o partido e se filiar ao Republicanos caso Ratinho Júnior não defina sua posição até o fim do mês. Rafael Greca, ex-prefeito de Curitiba e outro nome cotado, também recebeu um convite do PP, embora manifeste a intenção de permanecer no PSD.
Enquanto isso, o cenário político paranaense se movimenta com outras articulações. O PP, sob a liderança de Ricardo Barros, nega apoio a Sergio Moro (União-PR), apesar de pesquisas favoráveis, e discute uma federação nacional com o União Brasil. A esquerda, por sua vez, se organiza em torno de Requião Filho (PDT), com o PT indicando Gleisi Hoffmann para o Senado após a desistência de Enio Verri.
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