Comunidade transforma manguezais da Baía de Guanabara com projetos de limpeza e educação
Projetos de participação comunitária, como o Andadas Ecológicas, estão recuperando os manguezais da Baía de Guanabara através da limpeza de resíduos, educação ambiental e o inovador sistema de Pagamento por Serviços Ambientais com a Moeda Azul (Mangal).
Pontos principais
- Projetos comunitários, como o Andadas Ecológicas, recuperam manguezais na Baía de Guanabara, beneficiando pescadores e catadores de caranguejo.
- Ações recentes em Magé recolheram 4,5 toneladas de rejeitos, impulsionando a produção pesqueira e o Turismo de Base Comunitária.
- O projeto utiliza a Moeda Azul (Mangal) para Pagamento por Serviços Ambientais (PSA), incentivando a coleta de resíduos recicláveis.
- A educação ambiental é um pilar, envolvendo escolas e moradores das margens do Rio Suruí, e a iniciativa é uma extensão da Operação LimpaOca, que já removeu mais de 100 toneladas de resíduos desde 2012.
A Baía de Guanabara está passando por uma significativa transformação ambiental graças a projetos de participação comunitária, como o Andadas Ecológicas da ONG Guardiões do Mar. Essas iniciativas focam na recuperação dos manguezais, essenciais para o ecossistema local, através da limpeza de resíduos, educação ambiental e um inovador sistema de Pagamento por Serviços Ambientais (PSA) que utiliza a Moeda Azul (Mangal).
As ações realizadas em janeiro e fevereiro em Magé resultaram na coleta de 4,5 toneladas de rejeitos, beneficiando diretamente pescadores e catadores de caranguejo. Além de melhorar a produção de peixes e caranguejos, a limpeza dos mangues impulsiona o Turismo de Base Comunitária. A iniciativa, que surgiu após um vazamento da Petrobras em 2000, é uma extensão da Operação LimpaOca, que já recolheu mais de 100 toneladas de resíduos desde 2012, demonstrando um compromisso contínuo com a revitalização da baía.
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