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Grupo dos Dez celebra 15 anos com apresentação única de Madame Satã em BH

O Grupo dos Dez, referência em teatro negro, retorna a Belo Horizonte com a aclamada peça "Madame Satã" para uma apresentação única, marcando 15 anos de trajetória e o lançamento de um projeto nacional com mais de 60 espetáculos.

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Foto: Agência Brasil - EBC
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01/03 às 15:02

Pontos principais

  • O Grupo dos Dez celebra 15 anos de teatro negro com a reapresentação única de "Madame Satã" no Sesc Palladium, em Belo Horizonte.
  • O espetáculo faz parte do projeto "Grupo dos Dez – 15 anos de Teatro Negro", que prevê mais de 60 apresentações em sete estados brasileiros.
  • Dirigido por João das Neves e Rodrigo Jerônimo, "Madame Satã" aborda temas como homofobia, transfobia e racismo, explorando a biografia de João Francisco dos Santos.
  • A programação comemorativa inclui a estreia do novo espetáculo "Afroapocalíptico" no Palácio das Artes, além de iniciativas como o Aquilombô e o Festival Imune.
  • O grupo busca expandir fronteiras, descolonizar narrativas e promover a empregabilidade negra LGBTQIAPN+ através do teatro.

O Grupo dos Dez, um pilar do teatro negro brasileiro, celebra 15 anos de existência com uma apresentação única do espetáculo "Madame Satã" em Belo Horizonte, no Sesc Palladium. A peça, dirigida por João das Neves e Rodrigo Jerônimo, explora a vida de João Francisco dos Santos e critica veementemente a homofobia, transfobia e o racismo, temas que, apesar de premiados, continuam sendo atualizados devido à persistência de crimes de ódio na sociedade brasileira.

Esta apresentação faz parte do ambicioso projeto "Grupo dos Dez – 15 anos de Teatro Negro", aprovado pela Lei Federal de Incentivo à Cultura e patrocinado pela Petrobras, que levará mais de 60 espetáculos a sete estados. Além de "Madame Satã", a programação comemorativa inclui a estreia de "Afroapocalíptico" no Palácio das Artes e a manutenção de iniciativas como o Aquilombô – Fórum Permanente de Artes Negras e o Festival Imune, reafirmando o compromisso do grupo em fortalecer a cultura afro-indígena, descolonizar narrativas e promover a empregabilidade negra LGBTQIAPN+.

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