EUA usaram IA da Anthropic em ataques ao Irã horas após Trump banir a empresa
Comando Central usou o Claude para inteligência, alvos e simulações de combate durante a Operação Epic Fury, apesar do banimento federal.
Pontos principais
- Trump ordenou que todas as agências federais parassem de usar tecnologia da Anthropic
- Pentágono classificou a Anthropic como risco à cadeia de suprimentos de segurança nacional
- Comando Central usou o Claude para avaliações de inteligência, identificação de alvos e simulações de combate
- Operação Epic Fury matou o Líder Supremo iraniano Aiatolá Ali Khamenei e a cúpula militar
- Pentágono tem janela de seis meses para desativação porque o Claude está integrado demais nos fluxos militares
- Deputado Seth Moulton apontou a contradição: 'Ou usaram uma tecnologia que é risco à segurança nacional, ou mentiram desde o início'
Horas depois de Trump ordenar que todas as agências federais cessassem o uso de tecnologia da Anthropic e o Pentágono classificar a empresa como risco à cadeia de suprimentos, o Comando Central dos EUA usou o Claude para avaliações de inteligência, identificação de alvos e simulações de combate durante a Operação Epic Fury — o ataque conjunto EUA-Israel que matou o Aiatolá Ali Khamenei.
A Anthropic foi banida após recusar permitir uso irrestrito do Claude para vigilância doméstica em massa e armas autônomas. O Secretário de Defesa Pete Hegseth determinou que nenhum contratante militar pode manter relações comerciais com a Anthropic. A empresa anunciou que contestará a designação na justiça, chamando-a de 'precedente perigoso para qualquer empresa americana'.
O deputado Seth Moulton resumiu a contradição: ou o exército usou uma tecnologia classificada como risco à segurança nacional durante uma operação militar real, ou a classificação de risco era falsa desde o início. O Pentágono tem seis meses para desativar o Claude de seus sistemas.
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