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Renda domiciliar per capita atinge R$ 2.316 em 2025, diz IBGE

A renda domiciliar per capita no Brasil alcançou R$ 2.316 em 2025, um aumento significativo em relação aos anos anteriores, com variações regionais notáveis, segundo dados da PNAD Contínua do IBGE.

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Foto: InfoMoney
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27/02 às 13:01

Pontos principais

  • A renda domiciliar per capita no Brasil chegou a R$ 2.316 em 2025, superando R$ 2.069 em 2024, R$ 1.893 em 2023 e R$ 1.625 em 2022.
  • Houve grande variação regional, com o Maranhão registrando R$ 1.219 e o Distrito Federal R$ 4.538.
  • Nove estados e o Distrito Federal apresentaram renda per capita acima da média nacional.
  • São Paulo (R$ 2.956), Rio Grande do Sul (R$ 2.839) e Santa Catarina (R$ 2.809) destacam-se entre os estados com maior renda após o DF.
  • Os dados são da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) Contínua e servem para o cálculo do Fundo de Participação dos Estados e do Distrito Federal (FPE).

A renda domiciliar per capita no Brasil atingiu R$ 2.316 em 2025, conforme divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) com base na Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) Contínua. Este valor representa um crescimento contínuo em comparação com os anos anteriores, que registraram R$ 2.069 em 2024, R$ 1.893 em 2023 e R$ 1.625 em 2022. Os dados revelam uma disparidade regional acentuada, com a renda variando de R$ 1.219 no Maranhão a R$ 4.538 no Distrito Federal, indicando que nove estados, além do DF, superaram a média nacional.

Os estados de São Paulo (R$ 2.956), Rio Grande do Sul (R$ 2.839) e Santa Catarina (R$ 2.809) figuram entre os de maior renda per capita, logo após o Distrito Federal. O cálculo da renda domiciliar per capita considera todos os rendimentos de trabalho e outras fontes de todos os moradores do domicílio. A divulgação desses números é fundamental para atender à Lei Complementar 143/2013, que estabelece os critérios para a distribuição do Fundo de Participação dos Estados e do Distrito Federal (FPE), evidenciando a importância desses indicadores para a formulação de políticas públicas e a compreensão das desigualdades socioeconômicas no país.

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