A Petrobras (PETR4) renovou sua máxima histórica na Bolsa brasileira, acumulando valorização de 28,39% em 2026, mas indicadores de sobrecompra sugerem cautela.
A Petrobras (PETR4) continua a demonstrar um desempenho robusto na Bolsa brasileira, alcançando uma nova máxima histórica de R$ 39,97 e fechando a última sessão em R$ 39,57. Este movimento consolida uma valorização de 28,39% no ano de 2026, com o ativo negociando acima das médias móveis de 9 e 21 períodos, o que indica um domínio comprador claro no mercado. A forte tendência de alta, no entanto, vem acompanhada de indicadores de sobrecompra, como o Índice de Força Relativa (IFR) em níveis elevados, sugerindo a possibilidade de consolidações ou realizações pontuais de lucros.
Para que a Petrobras mantenha sua trajetória de alta, é crucial que a ação rompa a resistência de R$ 39,97, com projeções indicando potenciais avanços até R$ 45,00 no curto prazo e R$ 48,45 no médio prazo. Investidores e analistas monitoram de perto os suportes em R$ 38,58 e R$ 36,45, que são considerados pontos chave para a defesa dos compradores. Eventuais recuos são vistos como pullbacks naturais dentro de uma tendência de alta bem definida, a menos que esses suportes importantes sejam perdidos, o que poderia sinalizar uma mudança no cenário.