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Ex-prefeito de Lajeado é preso em operação que investiga desvio de verbas pós-enchentes

O ex-prefeito de Lajeado, Marcelo Caumo, foi preso na Operação Lamaçal, que apura desvio de R$ 120 milhões em verbas federais para enchentes de 2024.

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Foto: InfoMoney
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26/02 às 12:03 · atualizado 13:05

Pontos principais

  • Marcelo Caumo, ex-prefeito de Lajeado, foi detido pela Polícia Federal por suspeita de desvio de verbas federais do Fundo Nacional de Assistência Social (FNAS).
  • A prisão ocorreu na segunda fase da Operação Lamaçal, focada em três licitações suspeitas da prefeitura de Lajeado, realizadas durante as enchentes de maio de 2024.
  • As investigações apontam direcionamento de licitações para empresas do mesmo grupo econômico, valores acima do mercado e contratos que movimentaram cerca de R$ 120 milhões.
  • A operação cumpriu 20 mandados de busca e apreensão, dois de prisão temporária, além de sequestro de veículos e bloqueio de ativos em diversas cidades gaúchas.
  • Os crimes investigados incluem desvio de fundos públicos, fraudes em licitações, corrupção, associação criminosa e lavagem de dinheiro.

O ex-prefeito de Lajeado, Marcelo Caumo, foi preso pela Polícia Federal como parte da segunda fase da Operação Lamaçal. A ação investiga o desvio de verbas federais do Fundo Nacional de Assistência Social (FNAS), destinadas ao município após as enchentes que atingiram o Rio Grande do Sul em maio de 2024. A operação, que incluiu 20 mandados de busca e apreensão e dois de prisão temporária, além de sequestro de veículos e bloqueio de ativos em diversas cidades gaúchas, apura crimes como desvio de fundos públicos, fraudes em licitações, corrupção, associação criminosa e lavagem de dinheiro.

As investigações apontam irregularidades em três licitações da prefeitura de Lajeado, com indícios de envolvimento de empresas do mesmo grupo econômico, valores acima do mercado e contratos que teriam movimentado cerca de R$ 120 milhões. A primeira fase da Operação Lamaçal, realizada em novembro de 2025, já havia sinalizado manipulação em processos licitatórios, reforçando a gravidade das suspeitas que agora resultam na prisão do ex-prefeito e no afastamento de outros dois investigados de cargos públicos.

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