Banco do Brasil pede adiamento de devolução de R$ 4,1 bilhões ao Tesouro
O Banco do Brasil solicitou o adiamento da devolução de R$ 4,1 bilhões ao Tesouro Nacional, referente a um IHCD de 2012, para reforçar seu capital.
Pontos principais
- O Banco do Brasil (BBAS3) pediu o adiamento da devolução de R$ 4,1 bilhões ao Tesouro Nacional.
- O valor se refere a um Instrumento Híbrido de Capital e Dívida (IHCD) contratado em 2012, que totalizava R$ 8,1 bilhões.
- A proposta de repactuação prevê pagamentos diferidos para julho de 2026, 2027, 2028 e 2029, com parcelas de R$ 100 milhões em 2026 e 2027, R$ 1 bilhão em 2028 e R$ 2,9 bilhões em 2029.
- A medida visa reforçar o capital do banco, complementando ações como a redução do payout para 30% em 2025 e 2026.
- Se aprovada, a repactuação preservará 8 pontos-base de capital em 2026 e 2027.
O Banco do Brasil (BBAS3) protocolou um pedido junto ao Tesouro Nacional para adiar a devolução de R$ 4,1 bilhões. O montante é parte de um Instrumento Híbrido de Capital e Dívida (IHCD) contratado em 2012, que originalmente somava R$ 8,1 bilhões. A proposta de repactuação estabelece um novo cronograma de pagamentos, com parcelas diferidas para julho de 2026, 2027, 2028 e 2029, buscando aliviar a pressão sobre o capital da instituição.
Essa solicitação faz parte de uma estratégia mais ampla do banco para reforçar sua estrutura de capital, que também incluiu a decisão de reduzir o payout para 30% nos anos de 2025 e 2026. Caso a repactuação seja aprovada, o Banco do Brasil espera preservar 8 pontos-base de capital nos anos de 2026 e 2027, contribuindo para a solidez financeira da instituição. O cronograma de devolução aprovado em 2021 permanece em vigor até que haja uma decisão final sobre a nova proposta.
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