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MEC abre inscrições para cursinhos populares até 27 de fevereiro

O Ministério da Educação (MEC) abriu as inscrições para a segunda edição da Rede Nacional de Cursinhos Populares (CPOP) até 27 de fevereiro, visando apoiar cursinhos que preparam estudantes vulneráveis para o Enem.

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Foto: Agência Brasil - EBC
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24/02 às 16:03

Pontos principais

  • Inscrições para a Rede Nacional de Cursinhos Populares (CPOP) do MEC estão abertas até 27 de fevereiro.
  • A CPOP oferece suporte técnico e financeiro para cursinhos pré-vestibulares, preparando estudantes socialmente vulneráveis para o Enem.
  • Em 2026, o MEC apoiará 514 cursinhos, com um investimento de R$ 108 milhões, incluindo 130 novas seleções.
  • Cursinhos podem receber até R$ 208 mil, cobrindo custos com educadores, material e auxílio permanência de R$ 200 mensais para até 40 estudantes.
  • O programa prioriza estudantes de escolas públicas, negros, indígenas, quilombolas, pessoas com deficiência e com renda familiar de até um salário-mínimo.

Representantes de cursinhos populares e comunitários têm até o dia 27 de fevereiro para se inscreverem na segunda edição da Rede Nacional de Cursinhos Populares (CPOP), iniciativa do Ministério da Educação (MEC). O programa visa oferecer suporte técnico e financeiro a essas instituições, com o objetivo de preparar estudantes socialmente vulneráveis para o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem).

As adesões devem ser realizadas eletronicamente por meio do Sistema da Rede Nacional de Cursinhos Populares, utilizando o login Gov.br. Em 2026, o MEC planeja apoiar 514 cursinhos, com um investimento total previsto de R$ 108 milhões, sendo 130 novas seleções. Cada cursinho pode receber até R$ 208 mil, valor que cobre despesas com educadores, coordenadores, material didático e um auxílio permanência de R$ 200 mensais para até 40 estudantes. Podem participar cursinhos legalmente instituídos, informais (via instituição operadora), iniciativas de extensão e redes de cursinhos populares, priorizando estudantes de escolas públicas, negros, indígenas, quilombolas, pessoas com deficiência e com renda familiar de até um salário-mínimo.

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